sexta-feira, 20 de maio de 2011
Foo Fighters - Wasting Light
Não há mais nada a dizer sobre uma das bandas que vem ao Alive este ano.
Tracklist:
01 Bridge burning
02 Rope
03 Dear Rosemary
04 White limo
05 Arlandria
06 These days
07 Back & forth
08 A matter of time
09 Miss the misery
10 I should have known
11 Walk
A banda disponibilizou todo o cd tocado ao vivo
Videoclips até agora
White Limo
Rope
Um comentário final fica reservado para o novo filme sobre a banda:
foo fighters - back and forth
Disponível perto de si!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
6 - Ode ao Dia
Por vezes, mais próximo do que julgamos, surgem projetos que tanto de solitários como de corajosos nos conseguem surpreender.
Uma miscelânea de sons, de influências, ideias, melodias, e, escondida nas cortinas de som, a vontade de apresentar e partilhar uma visão, transportando a língua portuguesa por novas sonoridades e estilos para contar a sua própria estória, é um EP que merece ser explorado, e os detalhes apreciados.
Por enquanto o projeto conta apenas com um elemento, e procura pessoas com quem partilhar e divulgar esta ideia.
O download deste EP (e toda a informação essencial sobre o projeto) está diponível gratuitamente na página oficial.
sábado, 16 de abril de 2011
Junip

Aqui uma das bandas que vai actuar no Super Bock Super Rock 2011 no dia 15 de Julho. Chamam-se Junip, e pelo menos um dos elementos deste blog conhece. O colectivo sueco é composto por José González, Elias Araya e Tobias Winterkorn.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Cinco cantautoras de África, Europa e América confirmadas no FMM Sines
A primeira a subir ao palco do Castelo de Sines, no dia 24 de Julho, é a brasileira LUÍSA MAITA, uma das mais fortes apostas recentes da Cumbancha, editora de referência na área das músicas do mundo. Nascida em São Paulo em 1982, filha de pai sírio e mãe judia, faz música assumidamente urbana tendo o samba e a bossa nova como principais fundações artísticas. O seu álbum de estreia, “Lero-Lero”, foi lançado em 2010 e figurou na lista dos melhores discos do ano de várias publicações, incluindo a revista Veja. A sua presença em Sines é uma estreia em palcos portugueses.
MERCEDES PEÓN, natural da Galiza, é um das artistas mais carismáticas do circuito da “world music”. As suas primeiras influências foram os cantos tradicionais das mulheres da Costa da Morte, com os quais aprendeu e os quais ensinou. Gravou o seu primeiro disco, "Isué", em 2000. Seguiram-se "Ajrú" (2004) e "Sihá" (2007), numa evolução para o registo electroacústico, que culmina em "Sós" (2010), o seu trabalho mais vanguardista, que nos últimos meses tem ocupado o 1.º lugar nos “charts” europeus de “world music”. Compositora, cantora, multi- instrumentista, enche sozinha o palco no Castelo, no dia 27 de Julho.
Também no dia 27 de Julho, actua MANOU GALLO. Natural da Costa do Marfim, apaixonou-se pela música pela via da percussão, tocando desde muito cedo os “tambores falantes”, tipo de percussão usado nos rituais do povo Djiboi. No início da idade adulta, começou a interessar- se pelo baixo, que em 1997 a levaria à Bélgica, para integrar o grupo Zap Mama. Desenvolve uma carreira a solo, como cantora, baixista e percussionista, desde 2001, tendo já gravado três discos: “Dida” (2002), “Manou Gallo” (2006) e “Lowlin” (2009). Na sua música, junta a tradição do seu país a influências de soul, funk e blues. É acompanhada em concerto pela Women Band, constituída por músicos belgas.
NOMFUSI, jovem estrela da música sul-africana, está no Castelo na noite de 28 de Julho. Nascida numa “township” (bairro pobre exclusivamente habitado por não brancos), Nomfusi começou a cantar na igreja, onde foi descoberta e ganhou uma bolsa de estudo para estudar canto e composição na Cidade do Cabo. “Kwazibani”, o nome do seu disco de estreia, lançando em 2009, lembra o nome de sua mãe, morta com sida quando Nomfusi tinha 12 anos. A sua identidade musical situa-se entre o jazz sul-africano, o R&B e o Motown clássico. É acompanhada pela banda The Lucky Charms, formada por músicos das “townships”. Estreia-se em Portugal no FMM.
NATHALIE NATIEMBÉ, natural de Reunião, ilha francesa no Oceano Índico, actua no Castelo na noite de 30 de Julho. Inscrita na tradição do “maloya”, um dos estilos principais da música da ilha, com raízes na cultura dos escravos, Nathalie cria canções com letras em francês e em crioulo, onde também se deixam entrever influências da “chanson” francesa, jazz, blues, reggae e várias músicas africanas. Chega a Sines com três discos gravados: “Margoz” (2001), “Sankèr” (2005), classificado com a nota máxima, Choc, do suplemento musical do Le Monde – e “Karma” (2009). A sua voz, usada a cappella ou acompanhada por um grupo instrumental reduzido, é o seu trunfo principal. É mais uma estreia em Portugal.
NOTA À IMPRENSA
terça-feira, 22 de março de 2011
Desert Slide, Mamer, Ayarkhaan e Shunsuke Kimura x Etsuro Ono representam a Ásia no FMM Sines 2011
Vishwa Mohan Bhatt & The Divana Ensemble “Desert Slide” (Rajastão - Índia), Mamer (China), Ayarkhaan (República da Yakutia – Rússia) e Shunsuke Kimura x Etsuro Ono (Japão) são as quatro novas confirmações do programa do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2011.
VISHWA MOHAN BHATT & THE DIVANA ENSEMBLE “DESERT SLIDE” (Rajastão – Índia)
No dia 28 de Julho, o Castelo acolhe o projecto “Desert Slide”, que junta Vishwa Mohan Bhatt, um dos maiores mestres da slide guitar, e o grupo cigano Divana Ensemble.
Primeiro aluno de Ravi Shankar, Vishwa Mohan Bhatt é um dos músicos indianos mais reconhecidos no mundo. Compositor e improvisador de excelência, criou o seu próprio instrumento, a “Mohan Veena”, um cruzamento de vários instrumentos de cordas indianos com a slide guitar norte-americana.
Venceu o Grammy para Melhor Disco de World Music em 1994, com o CD “A Meeting by the River”, em parceria com Ry Cooder.
Encontra-se nomeado para o prémio de melhor colaboração intercultural nos prémios Songlines 2011 pelo seu disco "Sleepless Nights on World Village", com Matt Malley.
Originário, como Vishwa, do Rajastão, o maior e mais desértico estado da Índia, o quinteto cigano The Divana Ensemble inscreve-se na tradição das antigas castas de músicos dos rajás. É composto por Anwar Khan Manganiar (voz), Prithviraj Suresh Mishra (tablas), Gazi Khan Barna (kartâl - percussão), Feiruz Khan Manghaniyar (dholak - percussão) e Ghewar Khan Manghaniyar (kamanchiya – instrumento de arco).
Mamer é um dos artistas mais originais e influentes da nova música da China, um trovador na tradição folk.
Nascido e criado na província de Xinjiang, busca inspiração na cultura dos pastores nómadas de etnia cazaque que vivem naquela região do noroeste da China.
O seu álbum de estreia, “Eagle”, editado em 2009 pela Real World, combina elementos tradicionais, folk e rock.
As canções do seu repertório, provenientes no folclore local e originais de Mamer, são cantadas com uma voz grave inconfundível e acompanhadas de forma virtuosa na guitarra, no “dombra” (alaúde dos povos cazaques da Ásia Central) e noutros instrumentos tradicionais.
Mamer, que esteve programado para o FMM 2009, mas não chegou a actuar devido a problemas de vistos, sobe ao palco do Castelo na noite de 23 de Julho.
AYARKHAAN (República da Iacútia – Rússia)
O trio feminino Ayarkhaan recupera a tradição musical da Iacútia (ou Sakha), república asiática da Federação Russa.
Formado em 2002, é composto por Albina Degtyareva, Yuliana Krivoshapkina e Olga Podluzhnaya, cantoras e intérpretes de “khomus”, um tipo de berimbau metálico tocado com a boca, instrumento nacional usado pelos xamãs nos seus rituais.
Utilizam o estilo de canto gutural "d'ieretii", semelhante ao utilizado por coros búlgaros e russos.
Proveniente de uma das mais desoladas e espectaculares paisagens do mundo, entre a estepe e o Árctico, a música de Ayarkhaan inspira-se nos poderes da natureza, figurando, nalguns momentos, o som do vento, dos cavalos, dos pássaros e outros sons naturais.
O concerto de Ayarkhaan no Castelo de Sines realiza-se na noite de 29 de Julho.
SHUNSUKE KIMURA x ETSURO ONO (Japão)
O projecto Shunsuke Kimura x Etsuro Ono explora as qualidades do “Tsugaru Shamisen”, um estilo virtuoso, com forte componente percutiva, de tocar o shamisen, instrumento de três cordas omnipresente na cultura do Japão.
Formado em 2008, o duo é constituído por Shunsuke Kimura (que além de Tsugaru Shamisen, toca flauta “fue” e percussões) e Etsuro Ono (Tsugaru Shamisen e percussão).
Shunsuke Kimura nasceu em 1969 e é um dos mais aclamados compositores e intérpretes de instrumentos tradicionais japoneses. Etsuro Ono, nascido em 1972, estudou “TsugaruShamisen” na prefeitura de Aomori, no norte da ilha de Honshu, o coração deste género musical, e tem desenvolvido um trabalho consistente com diversas companhias de teatro.
Premiados pela qualidade da sua inovação na música tradicional, Kimura e Ono levam o Tsugaru Shamisen a extremos de dinamismo e improvisação, em concertos em que a energia libertada transcende em muito os recursos aparentes do instrumento acústico.
Actuam no Castelo de Sines na noite de 28 de Julho.
VÍDEOS DOS GRUPOS
Desert Slide: http://www.youtube.com/watch?v=xIb1M1sp4tIMamer: http://www.youtube.com/watch?v=dloDUzRe1Yc
Ayarkhaan: http://www.youtube.com/watch?v=gNoYD0X_b0Q
Kimura x Ono: http://www.youtube.com/watch?v=XKbfjk_dz_4
(NOTA À IMPRENSA)