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domingo, 11 de setembro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Rei dos Membros

Saiu no dia 18 o novo álbum dos Radiohead. Não dei por nada na imprensa, foi a namorada que mo disse. Infelizmente, ao contrário do In Rainbows, este já não é oferecido gratuitamente. Pode ser adquirido comercialmente nos formatos digitais mp3 (7€) e wav (11€) ou a partir de 9 de Maio em formato jornal com 2 vinis 10" e imenso artwork em materiais biodegradáveis (36 a 39€).
A primeira música (Bloom) e a 4ª (Feral) não são grande coisa, a 2ª faixa (Morning Mr Magpie) demora o seu tempo a entrar no ouvido, o resto do album até está bom, contudo não se compara ao In Rainbows ou ao Kid A.
Acho que é o album mais estranho da banda, com ritmos assíncronos e bastante pouco melodioso, talvez até o mais fraco desde que lançaram o Pablo Honey em 1993, mas mesmo assim (e sem parcialidade por gostar da banda) muito melhor do que bastante coisa que tenho ouvido desde 2010.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
A Scanner Darkly

Não sei se conhecem o livro, o filme, ou a banda sonora. Qualquer uma das obras é fantástica.
O 1º é de Philip K. Dick, escritor de obras distopianas como ´Do Androids Dream of Electric Sheep?' (adaptada ao cinema como Blade Runner), 'We Can Remember It for You Wholesale' (adaptada para o grande ecrã como Total Recall) e do Minority Report.
O 2º é de Richard Linklater que para produzir o filme utilizou uma técnica de rotoscópio, maioritariamente utilizada em filmes de animação. Dá ao filme um aspecto estranhíssimo, ao penas semelhante a outra obra do mesmo autor - Waking Life. Também realizou os filmes Dazed and Confused, Before Sunrise e a sequela After Sunrise.
A 3ª é maioritariamente composta por Radiohead e Thom Yorke, o que dispensa demais comentários.
Ver o filme é uma tripe gigantesca, ler esta semi-autobiografia de dependência e tragédia ao som da banda sonora é ainda mais cativante! É uma homenagem a todos os que sofreram de dependência durante a cultura de drogas dos 1970s. O próprio autor afirmou que durante anos tomou anfetaminas e outras drogas, primeiro por solidão e desconsolo, depois porque não conseguia trabalhar de outra forma. É algo que se vê/lê e que deixa uma mensagem inquietante muito depois de terminado.
E os créditos finais, ao contrário de quase tudo o que vi, acabam em beleza: link
Estando aí a feira do livro até Domingo, vasculhem, costuma haver muita coisa do autor em alfarrabistas.
domingo, 23 de agosto de 2009
domingo, 9 de março de 2008
Kid 17
"What happens when you play two separate copies of Radiohead's "Kid A" exactly 17 seconds apart? According to some, it produces some amazing synchronization effects. Although some fans clain to have heard Thom Yorke say it was intentional, whether or not it was intentional to me seems beyond the point. Fact of the matter is that it actually 'kind of' works"
Encontrei isto, desconhecia completamente. Estive para eu próprio fazer a experiência em casa, mas felizmente já alguem o fez por mim!
-> Só pela curiosidade... <-
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Radiohead - Live in Tokyo MTV
Radiohead pró menino e prá menina, aproveitar enquanto dá!
Esta coisa vale bem a pena! É um concerto dos Radiohead em Tóquio em 2003, gravada pela (ou para, nao sei) a MTV e a qualidade é excelente. As músicas não estão todas 'ligadas' (como concerto que é), mas cada uma é uma pérola por si.
Já agora aproveito para dizer que este é dos alinhamentos mais improváveis que já vi em concertos de Radiohead... algumas das músicas que são aqui apresentadas nunca tinha visto ao vivo.
Esta coisa vale bem a pena! É um concerto dos Radiohead em Tóquio em 2003, gravada pela (ou para, nao sei) a MTV e a qualidade é excelente. As músicas não estão todas 'ligadas' (como concerto que é), mas cada uma é uma pérola por si.
Já agora aproveito para dizer que este é dos alinhamentos mais improváveis que já vi em concertos de Radiohead... algumas das músicas que são aqui apresentadas nunca tinha visto ao vivo.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Unravel by Radiohead
Para quem perdeu o webcast de ontem dos Radiohead, aqui fica "Unravel", de Björk, cantada pelo Sr. Yorke:
Hoje há mais, em www.radiohead.tv .
Hoje há mais, em www.radiohead.tv .
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Radiohead - I might Be Wrong Live
I might Be Wrong ao vivo em Paris, com excelente qualidade audio.
Não resisti em meter este video.
Não resisti em meter este video.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Peixes estranhos/harpa
-a mente apaga-se como uma televisão que se desliga, um clarão de luz... que termina num fino raio horizontal
-reflexos... cores... estado líquido, vasto, profundo
-sons de acordes únicos sucessivos; uma sensação de imersão.
-todos os peixes olham para mim, curiosos, como que a tentar perceber o que faço ali, e até onde estou disposto a ir.
-continuo a ouvir harpas
-gloriosa harmonia, existem correntes de paz contínuas
-atravesso as profundezas; existem mais cores aqui, onde devia existir apenas mais escuridão
-chego ao fundo do que penso ser um oceano e acordo
Esta é a melhor descrição que consegui juntar do sonho que tive quando me deitei para ouvir a weird fishes/arperggi do recente album In Rainbows dos Radiohead.
Lembro-me de ter um blackout e uma sequência de imagens que tentei descrever em cima.
Um facto curioso neste sonho é que teve a duração mínima de 40 e poucos minutos (consegui estabelecer esta linha temporal observando as horas, desde que deixei de responder no msn até que voltei), e o tempo total do álbum é de 42 minutos e 40 segundos.
Apenas me lembro de sonhar com a weird fishes, talvez porque, quando me deitei na cama e apaguei todas as luzes do quarto, a minha intenção era a de tentar encontrar um sentido na música (provavelmente a minha preferida no álbum), esse terá sido o rastilho para a minha 'trip' mental (não, eu não estava alcoolizado ou sob o efeito de drogas, embora não tenha andado a dormir muito nos últimos dias, o que terá constituído um catalisador), acho que cometi um erro, o de tentar encontrar uma explicação correcta, um significado para as letras, porque podem haver várias interpretações e nenhuma estar correcta: seja a música sobre amor, o afundar de sentimentos numa garrafa de vodka, ou até mesmo peixes estranhos comidos por minhocas, quiçá mutantes.
Weird Fishes/Arpeggi (Lyrics)
In the deepest ocean
The bottom of the sea
Your eyes
They turn me
Why should I stay here?
Why should I stay?
I'd be crazy not to follow
Follow where you lead
Your eyes
They turn me
Turn me on to phantoms
I follow to the edge of the earth
And fall off
Everybody leaves
If they get the chance
And this is my chance
I get eaten by the worms
Weird fishes
Get picked over by the worms
Weird fishes
Weird fishes
Weird fishes
I'll hit the bottom
Hit the bottom and escape
Escape
I'll hit the bottom
Hit the bottom and escape
Escape
Vou dormir
-reflexos... cores... estado líquido, vasto, profundo
-sons de acordes únicos sucessivos; uma sensação de imersão.
-todos os peixes olham para mim, curiosos, como que a tentar perceber o que faço ali, e até onde estou disposto a ir.
-continuo a ouvir harpas
-gloriosa harmonia, existem correntes de paz contínuas
-atravesso as profundezas; existem mais cores aqui, onde devia existir apenas mais escuridão
-chego ao fundo do que penso ser um oceano e acordo
Esta é a melhor descrição que consegui juntar do sonho que tive quando me deitei para ouvir a weird fishes/arperggi do recente album In Rainbows dos Radiohead.
Lembro-me de ter um blackout e uma sequência de imagens que tentei descrever em cima.
Um facto curioso neste sonho é que teve a duração mínima de 40 e poucos minutos (consegui estabelecer esta linha temporal observando as horas, desde que deixei de responder no msn até que voltei), e o tempo total do álbum é de 42 minutos e 40 segundos.
Apenas me lembro de sonhar com a weird fishes, talvez porque, quando me deitei na cama e apaguei todas as luzes do quarto, a minha intenção era a de tentar encontrar um sentido na música (provavelmente a minha preferida no álbum), esse terá sido o rastilho para a minha 'trip' mental (não, eu não estava alcoolizado ou sob o efeito de drogas, embora não tenha andado a dormir muito nos últimos dias, o que terá constituído um catalisador), acho que cometi um erro, o de tentar encontrar uma explicação correcta, um significado para as letras, porque podem haver várias interpretações e nenhuma estar correcta: seja a música sobre amor, o afundar de sentimentos numa garrafa de vodka, ou até mesmo peixes estranhos comidos por minhocas, quiçá mutantes.
Weird Fishes/Arpeggi (Lyrics)
In the deepest ocean
The bottom of the sea
Your eyes
They turn me
Why should I stay here?
Why should I stay?
I'd be crazy not to follow
Follow where you lead
Your eyes
They turn me
Turn me on to phantoms
I follow to the edge of the earth
And fall off
Everybody leaves
If they get the chance
And this is my chance
I get eaten by the worms
Weird fishes
Get picked over by the worms
Weird fishes
Weird fishes
Weird fishes
I'll hit the bottom
Hit the bottom and escape
Escape
I'll hit the bottom
Hit the bottom and escape
Escape
Vou dormir
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Down is the New Up

Pois é, já passa da 1:30 da matina e de repente dou comigo a pensar no novo album de Radiohead (In Rainbows), o qual ainda não me atrevo ainda a comentar mesmo depois de o ter ouvido incontáveis e incansáveis vezes desde que este foi disponibilizado à 5 dias atrás.
Quero mais... quero o cd de bónus... preenchido com o que estou convencido de que serão belas obras...
E já agora para quando a tour? Aguardo ansioso...
Deixo aqui um video do Thom Yorke a interpretar uma das músicas que vai sair no 'Bonus CD': Down is the New Up
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