terça-feira, 1 de janeiro de 2013

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Teenage Cancer Trust



Damon Albarn, Graham Coxon & Noel Gallagher!?!? Oh diacho...

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

The Dark Knight Rises OST


Hans Zimmer é um incontornável grande nome no mundo das bandas sonoras de filmes de Hollywood.

Habituei-me agradavelmente ás suas bandas sonoras ricas em sons variados que complementam os filmes de Christopher Nolan. A sua carreira extravasa o curto trabalho deste realizador, mas para mim é com ele que se realça.

As paisagens sonoras dos ambientes de Nolan são pura poesia, e para culminar a trilogia de Batman, Zimmer faz esta obra notável. Vou falar um bocadinho sobre o filme em si, que recentemente revi. De ante-mão sabia que seria um grande filme, os dois terços anteriores da trilogia assim o eram, e este tinha tudo para mais uma vez me encher as expectativas. Para não variar fiquei maravilhado com um espectáculo onde se espreme o melhor que Hollywood tem para oferecer. Mas acima de tudo a música envolvente deste trabalho revelou-se fulcral, distinta e decisiva. Não é comum dar-se tanto por ela, e para mim foi um elemento presente desde início. Funcionou como um prolongamento da paisagem, mas não uma mera entediante planície. Eram montanhas épicas, rios gelados, densas florestas... enfim, o que lhe queiram chamar, que não está ali apenas a ocupar espaço, mas sim a chamar a atenção pelas melhores razões.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Letras

Venho aqui abordar um assunto delicado, as letras das canções. Vou falar de duas em especial, que apesar de não serem as melhores do mundo, acho que merecem algum destaque.

A primeira pertence a uma banda de que nem gosto muito, os Muse. A música é Unsustainble.

Pegando num corolário da segunda lei da termodinâmica, os Muse criam uma metáfora em que associam os efeitos descritos com a evolução económica global. Apesar de não gostar muito da música, acho que a ideia é muito boa, original e acima de tudo, transmite uma mensagem bastante forte.


Podem ouvir aqui.


A segunda, minha favorita destas duas, é a You dos Gold Panda. A letra desta música é somente, passo a citar, "You and Me". Mas a forma como é entoada leva-nos a um universo totalmente diferente de comunicação, onde a imaginação é crucial, mas a percepção bastante agradável.

Deixo o video:


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

The Dubliners



Não são só os Beatles e os Stones que fazem 50 anos. Os Dubliners batem no meio século este ano, e também eles têm um álbum especial para celebrar a data. Depois do To Late to Stop Now (The Very Best Of) e do Collection de 2006, e ainda do Very Best Of de 2009 e do Best Of The Original Dubliners de 2010, eis que nos chega o 50 Years, uma compilação de 3 CDs que pelo nome até dá ares de ser um ...best of!

Para celebrar a data vão andar em digressão pelo norte da Europa até ao final do ano. E ficam-se por aí.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Whatever Gets You Through The Night


Certa altura John Lennon estava com um "writers block". Tinha pedaços de coisas, estava a tentar compôr canções mas a coisa não lhe saía. Há alturas assim. E como desta vez o Macca não estava lá para ajudá-lo, John decidiu pedir ajuda a outro John, desta vez o Elton.

Ora claro está que o Elton não podia desperdiçar a oportunidade. E cheio de convicção não só aceitou o desafio como ainda lhe garantiu que ia pegar nos retalhos e construir um top one, mas com a condição de que se fosse bem sucedido o Lennon teria que alinhar num concerto com ele.

E lá está, se calhar até foi o próprio Elton que comprou uns milhares de cópias ou sei lá, mas foi assim que nasceu a Whatever Gets You Through The Night. E o Lennon juntou-se ao Elton a 28 de novembro de 1974 no concerto em Madison Square Garden.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Hommage à José Afonso




Com a colaboração da associação José Afonso (Lisboa).


Uma voz rebelde, um despertar de consciência

José Afonso
é, sob a ditatura de Salazar e Caetano (1932-1974), uma das vozes mais ouvidas pelos opositores ao regime. Uma voz rebelde quando Amália Rodrigues domina os palcos. Difundida na noite de 25 de abril de 1974, Grândola, uma das canções de protesto, dá o sinal para a revolução dos Cravos. Ouvida em todo o país, torna-se um hino. Conhecido do grande público, tanto em Portugal como no estrangeiro, o autor não cede à tentação de ser um ídolo; a sua função é de outra natureza, despertar consciências.

José Afonso escolheu a canção como uma arma política. Para assegurar o impacto das suas letras, poéticas, ele imagina melodias sólidas, suportadas por ritmos eficazes. A voz seduz imediatamente. Ela traduz uma viva sensibilidade e exprime todos pormenores de uma emoção.

Autor de catorze discos, José Afonso faleceu em 23 de fevereiro de 1987. Está sepultado no cemitério de Setúbal: uma sepultura modesta, à sua imagem.

Cerca de trinta anos após uma série de concertos no Théâtre de la Ville, é a memória dessa voz rebelde e desse despertar de consciências que se celebra: uma noite em sua homenagem, sob a direçãomusical de Júlio Pereira (acompanhado por quatro músicos), ao seu la no placo, em Paris, em novembro de 1981, em que participaram Francisco Fanhais, um dos seus companheiros, João Afonso, o filho e também cantor, fadista António Zambujo, a talentosa cantora cabo-verdiana Mayra Andrade e Yara Gutking, voz que acompanha e Júlio Pereira.


tradução livre a partir do texto de
Jacques ERWAN

E tudo isto porque está marcado para o próximo 21 de novembro uma homenagem ao Zeca em Chatelêt, mesmo no meio de Paris. (link)

UPDATE: ESGOTADO (não fui)

domingo, 11 de novembro de 2012

Disco de Natal 1


Sufjan Stevens - Silver & Gold: Songs For Christmas (2012)


Está aqui um conjunto de 5 CDs num total de 58 canções para se deixar a tocar durante a ceia. Ainda não ouvi, mas pelo alinhamento parece ter alguns daqueles clássicos que ouvimos todos os anos o Coro de Sto Amaro de Oeiras a cantar no Natal dos Hospitais. Acredito que o Sufjan tenha sido um pouco mais original. Espero eu!

sábado, 10 de novembro de 2012

Especial Rolling Stones


Os Rolling Stones fazem 50 anos. Para celebrar a data a rádio FIP preparou uma emissão especial de 10 horas com clássicos, raridades, entrevistas, concertos e sei lá mais o quê.

Pode ser ouvido em http://www.fipradio.fr/player

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Tendências musicais (essencialmente música electrónica)

À uns tempos descobri um site que me levou a registar e consulto todos os dias: O Hype Machine

Image of Hype Machine and SoundCloud logos.
http://hypem.com/

Trata-se de um site extremamente interessante para quem quiser estar actualizado em termos de trends. O site oferece todas as semanas um chart das músicas mais populares (que foram mais ouvidas em relação à semana passada).
http://hypem.com/popular ou ainda a semana passada http://hypem.com/popular/lastweek

As fontes para este site são conhecidas: charts de músicas, blogs de músicas, visualizações de vídeos do youtube, etc. O site neste momento também está optimizado para o soundclound (outro popular site) permitindo fazer a interligação entre ambos.

O site também possuí uma forte componente social, permitindo seguir amigos, partilhar músicas favoritas e o seu histórico de músicas ouvidas. Em suma, outra boa fonte para descobrir música. Para mim, a única falha que possui neste momento é a comunidade. A comunidade é mais virada para música electronica, dubstep e afins mas consegue-se encontrar grandes descobertas de outros géneros musicais. Se não gostarem deste tipo de música é sempre possível filtrar! Fica o link para minha account: http://hypem.com/ziney

Abraço!

domingo, 4 de novembro de 2012

Line of Sight


O que pode ter mais acção do que um filme de Hollywood?
-Um documentário sobre um documentarista. Sim, é verdade.  Este documentário é sobre Lucas Brunelle, um virtuoso documentarista que se dedica a captar as melhores imagens das mais loucas e perigosas corridas urbanas de orientação em bicicleta, as AlleyCats.  Esta película retrata o esforço e o talento deste senhor que se desloca ás principais capitais do mundo moderno para participar e filmar os mais velozes ciclistas destas corridas ilegais. A sua capacidade de captar as melhores imagens é muito boa, sempre acompanhado pela seu zingarelho, feito de duas câmaras de filmar e um capacete, na cabeça.

Se por um lado nos submerge na cultura alternativa dos mensageiros e ciclistas mais hardcore dos maiores centros urbanos, por outro leva-nos a belíssimos locais naturais, tal como a muralha da China, ou o Guatemala.

O ritmo do documentário é algo nunca visto, puxa pela adrenalina e muitas vezes leva-nos a encolher quando vemos um carro demasiado perto. A banda sonora acompanha bem este ritmo e a organização das peças está muito bem conseguida.

Pode ser visto aqui , então sacado da net ou comprado em DVD.

Imperdível.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Sofia's Last Ambulance



Este filme documental retrata o trabalho de três profissionais de urgências médicas na capital da Bulgária. Devido à fraca qualidade do sistema de saúde deste país da Europa Ocidental, a vida de "uma ambulância" é tudo menos fácil, aparecendo complicações tanto do lado dos pacientes, como também do lado logístico do sistema de saúde, e estes refletem-se em fadiga profissional, que vai sendo apagada pela força de vontade e amor à profissão destes três prestáveis cidadãos. 



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Meio Metro de Pedra

Meio Metro de Pedra é o filme/ documentário sobre o rock português. Mas o rock a sério, não são essas mariquices do Rui Veloso e sei lá o quê.

Vai mais atrás que isso, mostra como começou e como se viveu o rock nos anos 50 e 60, a quantidade enorme de bandas que houve e o grande fluxo de gente que movimentou. Os atritos causados pelo regime vigente na altura, que de uma forma direta impediam a divulgação do que era novo, o medo do rock, da agitação social, e mesmo o serviço militar obrigatório e a guerra nas colónias, assim como de forma indireta boicotava a informação vinda do estrangeiro, obrigaram este movimento a ser bastante criativo.

Contudo teve que permanecer semi-oculto, teve que permanecer underground, não podiam dar nas vistas.

E, apesar de terem sido milhares a viverem essa época, acabaram por ser esquecidos. Depois do 25 de abril as premissas eram outras, os cantares eram outros, o movimento já estava passado, já não se voltou a pegar nisso. O mainstream mudou mas a contra-cultura manteve o estatuto.

E o movimento continuou a evoluir. Tivemos espaço para psicadélico, para punk e para outros rocks. E ainda hoje anda por aí, com concertos em bares e salinhas, com programas de rádio noctívagos e amadores.

Conta com a participação de Daniel Bacelar, Adolfo Luxúria Canibal, Victor Gomes, Henrique Amaro, Tó Trips, entre outros, pode ser visto em

http://www.meiometrodepedra.com/

Obrigatório.

Maçã

A história duma maçã. Não vou contar a história toda, só o triste fim:


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Psicadelic Rock Part 2/2 - Outras recomendações

Ainda relacionado com o psicadelic rock do último post ficam outras duas sugestões para o "trabalho de casa":

The Shakedown Project:




The Black Angels:



Adicionalmente recomendo Brian Jonestown Massacre (A Anemone por exemplo / O álbum mais recente da banda foi lançado em Maio e chama-se Aufheben - possível review no futuro) e os Raveonettes ( do último álbum saído do forno o mês passado recomendo a The enemy)

Psicadelic Rock Part 1/2 - Tame Impala

Conheci Tame Impala inicialmente na "preparação" para o festival SBSR 2011. A partir desse momento o seu som bastante distinto ficou em memória como algo a ouvir com alguma regularidade. Classificaria a banda como rock psicadélico que acho bastante semelhante a Beatles na sua fase mais psicadélica. O CD que na altura apresentavam era o Innerspeaker (o seu álbum de estreia):


Músicas que destaco são a "Solitude is Bliss" e a "Lucidity". O novo (segundo) álbum que lançaram no inicio deste mês chama-se Lonerism.



Em termos de música deste álbum destaco a "Elephant" e a "Apocalipse Dreams". Pessoalmente acabei por gostar mais do primeiro álbum mas fica a sugestão de uma banda a seguir.

Rolling Stones - La Villette

Pela hora que vos escrevo, estão os Rolling Stones a tocar ali, a 10 quilometrozinhos, no Parc La Villette, felizes e contentes por fazerem 50 anos de vida.



Depois de terem agendado umas quantas datas de concertos na América e em Inglaterra a preços altamente criticados (o mais barato em Londres rondava os 130€), anunciaram esta manhã, via twitter, um concerto surpresa. O anúncio foi feito às 10h da manhã, ao meio dia os bilhetes foram postos à venda num local único nos Champs Elysées. 350 lugares que evaporaram em segundos, não só por serem os RS como cada bilhete custar.... 15€.

Infelizmente não arranjei bilhete.

You can't always get want you want...

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Weekend Wolves



Este projecto alemão que pode ser considerado One-Man-Band ou DJ ainda não tem álbum lançado, mas brinda-nos com muitos temas disponíveis no SoundCloud e também videoclips no Youtube.
Com uma sonoridade ambient sombria, com beats lentos e melodias harmoniosas oferece um conjunto de canções onde se nota um estilo muito próprio e bem estruturado. Entre remisturas e originiais, vale a pena dar uma vista de olhos pelo cardápio:

http://soundcloud.com/weekend-wolves

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Belo



Setembro de 1963. Faltam-nos canções, ou pelo menos canções que julguemos capazes de chegar à tabela. O nosso baú de R&B está cada vez mais vazio e não oferece nada de plausível.

Ensaiávamos no Studio 51, perto do Soho. O Andrew tinha desaparecido para dar uma volta, desanuviar do ambiente carregado, e deu com o John e o Paul, acabados de sair de um taxi em Charing Cross Road.

Foram tomar um copo os três e a angústia do Andrew não passou despercebida. Ele explicou-lhes o problema: não tínhamos canções.

Vieram ter connosco ao estúdio e o John e o Paul deram-nos uma canção que faria parte do seu próximo álbum mas que não sairia como single, "I Wanna Be Your Man". Tocaram-na connosco. O Brian acrescentou uma guitarra slide à maneira. O produto final soava indiscutivelmente mais a Stones do que a Beatles e ninguém duvidou que teríamos ali um hit.

Eles estavam bem cientes do que faziam. Eram autores de canções que tinham de vender a sua mercadoria como os gajos da Tin Pan Alley e acharam que aquela canção se adequava bem a nós.

Além disso, havia entre nós uma estima recíproca. O Mick e eu admirávamos-lhes as canções, as harmonias; eles invejavam a imagem, a liberdade de movimentos. Agradava-lhes a ideia de colaborarmos. Sempre tivémos uma relação muito amigável com os Beatles.

E decidimos praticamente coordenar actividades: como na altura saíam singles a cada seis, oito semanas, tentámos conjugar calendários para que não houvesse sobreposições.

Lembro-me de o John Lennon me ligar e dizer:

- Temos disco, mas ainda falta misturá-lo.
- Nós já temos um pronto.
- OK. Vocês primeiro, então.

Keith Richards, "Life", Theoria, 2011, págs 147 e 148 

Copiado do Ié-Ié

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Músicas de Filmes de Bikes - Capítulo III

Desta vez o tema é abordado de outra forma. Tudo começa em 1963 quando é lançado nos estados unidos um vídeo ilustrativo dos perigos associados a uma má condução de uma bicicleta em zonas urbanas. Poderia ser apenas mais um, como muitas campanhas de segurança rodoviárias que surgem frequentemente, mas não, talvez devido ás experiências com substâncias psico-activas, ou algo semelhante, todo o vídeo é insólito. Começando pelas personagens intervenientes, são crianças mascaradas com estranhas caras de macaco e umas caudas longas e arrebitadas. A banda sonora é intrigante e vintage (mesmo para a altura) misturando animadas canções com efeitos sonoros representativos do que vai acontecendo. A narração e o enredo combinam com os anteriores aspectos referidos, e só por isso vale a pena dar uma vista de olhos. Está aqui .

Nos últimos anos tem havido um sentimento revivalista desta produção por entre algumas das bandas do "indie-rock" mais alternativo, e surgiram video-clips bastante interessantes que remisturam imagens deste nosso filme, acompanhados pela música que cada banda assim deseja.

Comecemos pelos Boards of Canada, uma banda escocesa de indie-experimental, virada para a electrónica downtempo, que apresenta o tema Everything You Do is a Ballon:



Da Alemanha temos os Weekend Wolves, que num registo mais rápido apresentam Karma:


Numa onda mais Pop temos os americanos Cults, com Go Outside.
Também de NY, os Phantogram apresentam Bloody Palms.
Os The Lamps num registo mais pesado fazem também uma paródia
Duma forma mais melancólica, os Dr Dog fizeram a sua com Fools Life.
Muitos mais vídeos há nesta onda, tais como "St Peter" dos The Black Spiders  e "January" dos Venetian Snares entre outros que vão surgindo.

Dos que aqui trouxe, destaco os dois primeiros, que descobri mesmo pela música em si e não pela ligação ao mesmo video.

Retirei os videos pelo lento carregamento que causam no blog. Podem ser consultados no Youtube.

sábado, 6 de outubro de 2012

Love Me Do: 50 anos

Por esta altura já a grande maioria das pessoas que lêem isto já sabe que ontem se comemorou os 50 anos do primeiro single dos Beatles, Love Me Do.

E a EMI decidiu há uns meses atrás anunciar que iria lançar uma cópia limitada do disco editado na altura, e até mandou a imagem cá para fora, seria uma coisa semelhante a isto:


E por esta altura várias centenas de fãs dos Beatles deviam estar a ouvir isto em repeat no gira-discos lá em casa. Mas não estão. Nem vão estar.

Ao que parece a EMI meteu a pata na poça e pegou na versão da Love Me Do do álbum (Please Please Me) em vez de usar a versão original do single. Eu até acho a versão do álbum mais agradável, mas não era esse o propósito... ora, para quem não está bem a ver o erro cometido, a grande questão aqui é o velho pesadelo do Ringo, ou seja, ele tocou no single que foi editado, mas mais tarde para a gravação do álbum George Martin (o produtor) preferiu que fosse um tal de Andy White a tocar a bateria nessa música.

E pronto, a EMI viu a asneira que fez, decidiu cancelar tudo, deitar fora os discos já impressos e anunciou que não afinal não vai haver edição especial 50 anos nenhuma.

Algumas pré-encomendas já foram entregues, e assistimos assim ao nascimento de mais uma raridade em vinil, dos Beatles, para colecionadores: a edição falhada dos 50 anos de Love Me Do.