sábado, 14 de julho de 2012

Músicas de Filmes de Bikes - Capítulo II - Kingsley Flood

Neste segundo capítulo da saga, venho apresentar os Kingsley Flood, banda originária de Massachusetts que nos traz um rock indie com muitas influências country e folk. Os videos que circulam pela web de actuações desta banda, mostram concertos efusivos, cheios de energia, raparigas tatuadas com violinos e todas essas coisas que gostamos num concerto de final de tarde no palco principal. Têm muito potencial para serem uma grande banda, e a música que vos trago julgo ser uma boa demonstração disso mesmo. O filme é uma realização amadora e muito artesanal, onde o talento do realizador é bem notório, pois os meios são escassos, tem ar de ter sido quase todo realizado durante uma voltinha de um dia, está imaginativo e acima de tudo, mostra um sítio lindíssimo associado a um espírito livre e divertido de fazer btt.

 A banda:



A música:

Roll of the Dice by Kingsley Flood on Grooveshark


O filme:
 
The Seekers. from Filme von Draussen on Vimeo.

Ainda as "Bikes"...

Novas utilidades para as bicicletas, aqui há uns anos. Na altura penso que terá passado na televisão apenas para apresentar mais um jovem parolo.





Não vale a pena divagar sobre a personagem e a obra do Frank Zappa, é tudo demasiado grande para um post. Ficam apenas os números: 62 álbuns de originais editados enquanto vivo e mais 23 póstumos. E segundo a família ainda têm mais uns quantos em casa.

Isto significa que, seguindo os preços médios dos álbuns simples (ou seja, não duplos) do Frank Zappa na Fnac em Portugal (13.9€) seria preciso gastar 1112€ para ouvir um catálogo que reúne um pouco do melhor de muitos (todos?) os estilos de música.

We're Only in It for the Money

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Músicas de Filmes de Bikes - Capítulo I - Loch Lomond

Para abrir as hostes, tem de ser um dos meus preferidos. Segue aqui Wax & Wire dos Loch Lomond. Com uma sonoridade próxima de Sigur Rós convidam-nos a paisagens musicais completas e épicas sempre acompanhadas de vozes suaves. O filme é o Into Thin Air e retrata a conquista do topo de duas altíssimas montanhas por parte de dois amigos com as respectivas ás costas e não só, seguido das descidas. A música fica muito bem, e o filme além de ter um conteúdo muito rico, está bem feito.

A banda:

A música:


O filme:

INTO THIN AIR | engl. Subtitles from infinite trails on Vimeo.


Músicas de Filmes de Bikes - Porquê?

Vou iniciar aqui uma série de artigos relacionados com o tema "Músicas de Filmes de Bikes". Ainda que para muitos possa parecer algo muito estanho julgo que se enquadra na filosofia deste blog, e passo a explicar porquê:

Como os restantes autores sabem, pratico avidamente BTT, entre outras actividades relacionadas com bicicletas, e faço parte integrante de uma comunidade global de pessoas que partilham deste mesmo prazer. Este conceito de comunidade interliga ciclistas de todas as partes do mundo através da exposição do que mais nos interessa aqui e ali: os caminhos, as paisagens, as pessoas e até a comida. O método mais fácil de partilhar com os demais aquilo que por aqui vivemos é, neste caso, com películas de duração reduzida, onde se concentra informação, aplica-se a criatividade e acima de tudo, mostra-se o que de melhor temos que os outros tanto gostam. Costumo consumir alguns/muitos videos destes género, de venho abrir este espaço para partilhar as músicas que me chegam ao ouvido através deste meio, que tem desempenhado um papel muito grande no desenvolvimento da minha cultura musical.


terça-feira, 10 de julho de 2012

Django Django - Django Django



O disco de apresentação desta banda tem andado em repetitivas repetições repetidas em loop no zumbido dos meus headphones, ou de outra pessoas, mas sou eu que os uso. Agrada-me as influências, principalmente dos The Beta Band, e acima de tudo a mistura de sons que se traduzem em faixas muito ritmadas com vozes a lembrar os velhinhos Beach Boys.

domingo, 10 de junho de 2012

Orelha Negra - Throwback

Com o anunciado lançamento de novo disco este ano, os Orelha Negra chutam cá para fora mais um single que promete um novo trabalho com a qualidade a que nos habituaram.




Entretanto o álbum já deverá ter saído à cerca de duas semanas.

terça-feira, 5 de junho de 2012

dEUS em 2012



Estes belgas estão de volta em 2012, com o lançamento do disco Following Sea

Fica para já a ligação para o primeiro single estraído desta obra, Quatre Mains

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Venda em Modo Doação



"Olá,
Nós somos os You Can't Win, Charlie Brown e vamos representar Portugal no festival SXSW 2012 que se realiza em Março de 2012, em Austin, no Texas.
Embora em representação do nosso País num dos maiores festivais do mundo, todos os custos de deslocação, alimentação e estadia ficam ao nosso encargo. Os custos são de tal forma elevados que põem em causa a nossa presença neste festival.

Então pensámos: "Precisamos de ajuda!!!!"
Como Ajudar?"
-> ver no site oficial da banda.

Em troca de uma ajuda oferecemos um ou vários presentes:


 Valor da doação    O que temos para oferecer:
 0.01€ ≤ 4.99€   Eu ajudei*
 5.00€ ≤ 7.99€   Eu ajudei* + Poster assinado
 8.00€ ≤ 9.99€   Eu ajudei* + Poster assinado + Download de EP inédito "3:33"
 ≥10.00€  Eu ajudei* + Poster assinado + Download de EP inédito "3:33" + bilhete** 

domingo, 11 de dezembro de 2011

2011 - Retrospectiva

2011 não foi dos anos mais entusiasmantes no mundo da música. Foi o ano em que os REM anunciaram o fim, tal como os LCD Soundsystem e os White Stripes. Também a Amy Winehouse deixou de cantar, tal como o Gary Moore já não faz música, o Gil Scott-Heron deixou de protestar, o Manel Cruz abandonou o bandido e o Angélico deixou de fazer... o que quer que ele fizesse.

Sairam muitos álbuns novos, o que significa que este ainda não foi o ano da conversão do mundo da música ao mero single para meter no iTunes ou no GoogleTunes ou MSTunes por 0.99USD. Os Radiohead voltaram, mas sem grande força. Eu, como apreciador de Radiohead, fiquei desapontado por ter que esperar tanto tempo para ouvir aquilo. O King of Limbs não traz nada de novo, chega a ser aborrecido.
Acho que esta opinião não é mais generalizada porque há muita gente que nem sabe que aquilo veio cá para fora, apesar da campanha com jornais e tudo.

Também os Strokes, os TV On The Radio, os Kaiser Chiefs e a Björk lançaram álbuns  muito apagados. E os Coldplay deram-se por completo ao público RFM. A música ligeira agradece, mas as rádios foram preferindo a Adele.

Este foi o ano dos regressos! Houve uma sensação de regresso ao futuro (quando eles regressam ao passado) quando pudémos ver nas lojas álbuns novos de grandes bandas dos anos 90, como os Foo Fighters, os Red Hot Chili Peppers, os Cake ou os dEUS (e já agora uma reedição dos Nirvana).
E não apareceram os Pearl Jam porque o próprio Eddie Vedder já deve estar farto daquilo e quer fazer as coisa sozinho, com um ukulele. Ou podemos ir ainda mais para trás, para vermos nomes como os Yes, os Status Quo, Neil Young, Tom Waits, Stevie Nicks, Paul Simon, e a reedição integral dos Pink Floyd.

Neste ano tivémos também as notícias dos regressos aos palcos dos Stone Roses e dos Black Sabbath, mas sem material novo anunciado. É só para fazer uns trocos, que isto da crise toca a todos. E é também por causa da crise que começámos a ver ver outras coisas menos entusiasmantes com músicas novas, como as The Bangles e os New York Dolls,  Gang of Four e o Meat Loaf na secção dos 80s, os Nickelback, Take  That, os Limp Bizkit, os Blink 182, Megadeath, os Bush os Aqua os Incubus na secção dos 90s, e ainda... Scorpions, intemporal!

Mas os regressos inesperados não vêm só lá de fora. Voltámos a ouvir falar da Lúcia Moniz, do Miguel Gameiro, do Marante e do Emanuel, do (ex-pequeno) Saúl, do Paulo Gonzo e agora mais para o fim o anunciado regresso do Santamaria!!

Já nos nomes consagrados da Pop nesta última década, as caras que nos têm habituado a aparecer todos os anos apareceram outra vez em 2011, e lá voltámos a ouvir a Lady Gaga, a Beyonce, a Rhianna e a Shakira. Com a mesma qualidade musical a Britney Spears voltou em força, o Justin Bieber ainda existe e o Ricky Martin reapareceu com um ar mais leve e solto com um arco-iris por cima.

Mudando drasticamente, Fleet Foxes mandaram cá para fora o fabuloso 2º álbum, Helplessness Blues.
Para a imprensa da especialidade, melhor que eles só a PJ Harvey e pouco mais.

Em 2011 pudémos assistir à (con)fusão entre a música e o cinema: tivemos um realizador, David Lynch, a fazer música indie/electro/pop, curiosamente muito mais fácil de ouvir do que ver os filmes dele, enquanto o médico da casa, Hugh Laurie, mostrou o lado mais melancólico num álbum de blues à moda antiga.

Por Portugal o Sérgio Godinho voltou com um álbum igual a todos e o Jorge Palma com o álbum romântico, muito bom para a legião de fãs do Encosta-te a Mim. No caso dos GNR decidiram apostar em remasterizações de tralha antiga. Os Clã também lançaram um album novo tal como o JP Simões com Afonso Pais, e mais um regresso: os Quinta do Bill.

Os dois grandes álbuns portugueses de 2011: Lisboa Mulata dos Dead Combo e Chromatic dos You Can't Win Charlie Brown. O Sean Riley e os Slowriders também apresentaram um álbum bastante decente e o prémio inovação vai para os The Gift, que passaram de banda "dark" a banda "hippie".

Contudo as rádios preferiam dar airplay aos Golpes e aos Amor-Electro...

Ainda em Portugal, sem nenhum álbum editado e vindo do nada aparece We Trust, com uma música repetitiva mas agradável que o Cristiano Ronaldo usou num video que fez dedicado aos verdes anos.

Os supergrupos descobrem que isto não basta ter nome, é preciso trabalhar. E assim pode-se falar dos projectos falhados dos Superheavy (Mick Jagger com Joss Stone e Damien Marley), os Metallica com o Lou Reed, que para tentar promover o projecto novo andaram tocar Velvet Underground, e os portugueses Movimento, de Olavo Bilac e Gomo, só de versões.

No campo dos concertos, pudémos assistir ao regresso do Roger Waters a apresentar o The Wall, o regresso dos Portishead, e os Arcade Fire outra vez no SBSR. Outros momentos de referência ao vivo foram os regresso dos Bon Jovi ao parque da Bela Vista, no ano em que o Rock in Rio voltou para o Rio de Janeiro, e de Britney Spears ao Pavilhão  Atlântico, aparentemente sem playback. O Billy Corgan continua a insistir que os Smashing Pumpkins são ele e mais 3 macacos, e voltou a Portugal para apresentar o seu devaneio sobre a banda.

Já perto do final do ano o fado foi declarado Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO, seja lá o que isso for. Mas os fadistas ficaram muito felizes, portanto acredito que seja alguma coisa muito boa. A partir de agora devem ter direito a croquetes nos bastidores ou assim... não sei. Temos ainda o Mourinho, que está para a música como o Albero João Jardim está para o continente, mas mesmo assim foi capa da Rolling Stone espanhola.

Mas nem tudo é mau: o próximo ano só pode ser melhor, e este já está quase a acabar!

Injustiças

12 Extremely Disappointing Facts About  Popular Music:

http://www.buzzfeed.com/daves4/12-extremely-disappointing-facts-about-popular-mus

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Impulsive Habitat


Esta editora sediada na internet disponibiliza a obra dos seus artistas de forma gratuita. Entre os sons destacam-se géneros como música concreta, ambiente e experimental. Vale a pena dar uma vista de olhos ao seu website, que está bastante agradável e cedo nos espeta com uma dose de agradáveis sonoridades pela cabeça a dentro.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Nouvelle Vague - Band à Part


Venho aqui desenterrar um clássico da música do século XXI. Com 5 anos de vida, este álbum sabe sempre a fresco acabadinho de colher devido ao extremo bom gosto presente nos arranjos, sonoridades, vozes e escolhas musicais. Pegando em músicas dos mais diversos recantos do nosso espectro musical, reúne grandes temas de enormes bandas totalmente mistificados numa aura lounge-jazz-chill levando qualquer um a entrar no ritmo e cantarolar muitas das faixas. Acima de tudo faz-me lembrar o valor que as versões originais têm e a forma como são brutalmente adulterados é inadvertidamente agradável! Recomenda-se como pano de fundo de uma paisagem a que possamos chamar Casa.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Vai um passinho de dança?




Duas faixas muito dançáveis oriundas desta e da outra margem do Atlântico!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

cenas

Há uns meses comecei a escrever este texto, mas só agora me lembrei dele, e pareceu-me a altura indicada para o disponibilizar. Apenas tratei de o rematar com umas pequenas frases e voilá:

Querem à força toda que sejamos culpamos ou pelo menos sintamos alguma culpa quando descarregamos “ilegalmente” música da internet. E foi esta conjectura que me levou a tentar desabafar o meu descontentamento com esta situação. E é a ouvir um disco sacado ilegalmente da internet que estou a escrever.

Há mais de uma década que lido diariamente com essa situação, sempre foi um acto natural no meu quotidiano e inclusivamente uma das razões que me levou a ter internet. A música, além de uma arte, é uma cultura, uma forma de viver, por vezes viciante, outras vezes somente um entretém. Pode conter ideias profundas de um lado e batidas extasiantes do outro. Durante um largo período da minha vida foi possivelmente o meu maior interesse, lá estava sempre eu entusiasmado para saber o que estava a sair de novo. Foi através desta arte que tomei conhecimento das culturas modernas anteriores à minha nascença, da história da nossa sociedade no último século, das modas e movimentos que mudaram a forma de encararmos a vida.

Todo este rico conhecimento chegou-me (ou devido a),segundo dizem, através de um crime. Pois de facto estava a roubar trabalho a quem se esforçou para o fazer, e dele necessita para brotarem os seus rendimentos. Sempre foi isto que absorvi dos media, esta ideia de que faço parte de uma geração de ladrões, crápulas parasitas que não olham a meios e que obtém o que desejam através de um frio click no rato.

Por outro lado também sempre andei teso, tesinho da carteira, a contar os tostões, e quando fazia contas à vida reparava que os meus interesses capitalistas eram essencialmente ir a concertos, e era esta a grande fonte dos meus gastos. No fundo, estoirava o dinheiro todo em música, inclusivamente até comprava os bilhetes para espectáculos em lojas físicas. Por vezes pergunto-me como me aceitavam como cliente, ao verem aquele grande rótulo na minha testa, com letras coloridas e cores bem vivas onde se podia ler “LADRÃO DE ARTE”. Por outro lado percebo, até o dinheiro do ladrão é bem vindo aqui na terra do capitalismo selvagem. Mas não é por aqui o caminho deste texto.

A ideia que desejo transmitir centra-se factualmente na discrepância e dessintonia entre a evolução da indústria musical e a evolução da sociedade. E não confundir a sociedade com as pessoas, porque estas últimas evoluíram como a indústria musical, adaptando-se às reformas tecnológicas e económicas como bem se pretende. O nosso problema é que a forma de se vender música mudou, disso não há dúvidas, as leis e mentalidades é que se mantiveram conservadas em óleo de fritos. Hoje em dia ouvimos muito mais música, somos mais cultos, e inclusivamente temos maior espírito crítico e solidário. E nem por isso gastamos menos dinheiro. Gastamos é de maneira diferente, e até acho que gastamos mais. Os músicos não estão mais pobres,nem me parece que apareçam menos artistas novos, simplesmente o dinheiro está cada vez mais canalizado para promotoras de espectáculos ao invés das famosas editoras de discos. Quero com isto concluir que ao contrário das nossas gerações mais novas, quem não se adapta são aqueles que não têm realmente o gosto intrínseco pela música, apenas pelo negócio. E para alguns desses, parece que se está a acabar a árvore das patacas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Meio Metro de Pedra

Isto tem muito potencial!








Estreia em outubro, dizem eles

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

dEUS - Keep You Close

Dia 19 sai o novo álbum dos dEUS, que terá o mesmo nome do primeiro single: Keep You Close.




O álbum pode ser ouvido aqui.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Tinariwen - Tassili



Este é o último álbum deste ano dos tuaregs Tinariwen.

Talvez eu, por estar completamente ocidentalizado e não ter o ouvido preparado, não seja a melhor pessoa para fazer uma crítica. Contudo, para não deixar aqui um espaço em branco, vou dizer o que acho: isto é um bocado como as chinesas, são todas iguais. Lá está, se for um chinês a olhar para as chinesas já as vê de outra maneira, porque, tal como para a música, tenho os padrões referentes à minha localização geográfica.

Mas sou um curioso e gosto de conhecer coisas exóticas, e é por isso que ainda me atrevo a ir ao Martim Moniz ou a ouvir coisas de lá longe.

Neste caso são tuaregs nómadas, mas dado que em 2007 ganharam não sei quantos prémios de world music em não sei quantas world rádios e world revistas e world festivais e tiveram reconhecimento público de world figuras como o Santana, o Bono Vox e o Thom Yorke, eu penso que eles próprios também já devem ter ganho o prefixo world antes do nome, pois nos últimos anos devem ter ido ao deserto tantas vezes como eu.

Por falar em deserto, faz-me confusão como é que eles tocam instrumentos elétricos, isto é, uns nómadas do deserto não devem ter uma tomada sempre à mão...

Voltando ao CD, aqui está uma bela embalagem virtual com um CD bónus com 4 musicas extra. E apesar de serem todas iguais, ouve-se muito bem!


O single chama-se Tenere Taqhim Tossam e até tem um video de apresentação:


 

PS: Nem de propósito: «"Tassili" será apresentado ao vivo, no próximo dia 4 de Outubro, no Teatro Municipal de Vila do Conde, no âmbito do espectáculo integrado no projecto Estaleiro. O preço dos bilhetes varia entre os 16€ (balcão) e os 18€ (plateia).»

terça-feira, 6 de setembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011