sexta-feira, 3 de julho de 2009

Key Generator Music

"Download Concluído. Finalmente! Após 5 dias seguidos com o computador ligado ao eMule, FINALMENTE o Arcelino consegui sacar aquele jogo que tanto queria. 700 megas que custaram, mas finalmente estão ali. O Arcelino não percebe muito de peer-to-peer's, e está-se a borrifar se o download tem vírus ou não, ele quer instalar e jogar com aquela ansiedade que os 5 dias lhe acumularam. Ele tem tem tudo, só lhe falta a key, e ele sabe que ir a sites com key's é muito arriscado devido á quantidade de Trojan's que aí habitam. O Arcelino decide voltar à Mula, e eis que encontra um ficheiro com o mesmo nome do jogo, mas mais pequeno e com a palavra 'KEYGEN' no fim. Bingo! Quem esperou 5 dias consegue aguentar mais 20 minutos até á conclusão deste ficheiro. A recompensa chega e o duplo clique sobre o executável é feito sem demoras, ele já está a suar de excitação, é só copiar a CD-KEY e colar no estafermo do pop-up que o impede de jogar!
E ali está a key, tão bonita que ela é, números e letras indecifráveis que só a mente monstruosa de um programador consegue apreciar a sua beleza... mas a atenção do Arcelino já não está focada no que está escrito no monitor, mas sim no som que sai das colunas. Que música tão familiar, pensa ele, faz-lhe lembrar os tempos em que era puto, quando jogava Super Mário, Zelda e Metroid no Gameboy, as tardes a passar os Bosses e os dias a acabar os jogos. O Arcelino sente a nostalogia e por um momento esquece o que tem para fazer. É o 'Gonna Fly Now' do Rocky versão 8-bit. Ele ri-se. Copy-Paste e já está, a nostalogia fica para depois, agora o Arcelino é JC Denton e ele tem um mundo para salvar!"

Quem é que nunca passou por uma situação destas na adolescência? As noites com o pc ligado, os dias que faltam para acabar o download, o ritual de instalar o jogo, copiar o crack e a key. Hoje em dia é mais fácil, as ligações são mais rápidas e existe muito mais na Internet por onde explorar, os cracks e as key's são cada vez mais opcionais (ISO's&companhia)... mas não pensem que me estou a queixar, muito longe disso, estou a celebrar!
Celebro a Nostalogia, celebro a alegria que uma musica eletrónica, por mais básica que seja, me traz com os seus ruídos e sons de 8-bits.
Mas é verdade que nem todos nós tivemos que passar por isto, e as musicas que os KEYGEN trazem podem ser para muito desinteressantes ou até mesmo irritantes, mas há gostos para tudo, e para aqueles que gostam cá vai o link de uma comunidade que tem como objectivo 'arrebanhar' todas estas musicas. Para os interessados segue-se o 1ºlink para se ouvirem as musicas pela net (Jukebox online) e o 2ºlink para sacar essas músicas:

keygenjukebox
keygenmusic.org

Para os não interessados, azar, para a próxima faço um post sobre música experimental que consista em escarretas e sons de peidos no fundo de um poço(dúvido que não exista) que talvez seja mais interessante (ou não).

Finalmente, o meu 1ºpost. Isto é tão fixe que tenho que ir á casa-de-banho!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Pirate Bay

Sem querer dramatizar a questão, fico algo preocupado com o desenvolvimento do caso The Pirate Bay. Parece-me algo parecido ao que aconteceu com o Napster. Tornar algo fixe e útil em algo ignóbil e hipócrita. Obrigado Metallica!!

Desde o Digital Millennium Copyright Act, ao Directive 2001/29/EC of the European Parliament and of the Council of 22 May 2001 on the harmonisation of certain aspects of copyright and related rights in the information society, ao Digital Rights Management, trata-se tudo de uma filha da putice do caralho. É só enfiar $, £ e € no cú da Warner, da Sony, da EMI e da Vivendi por direitos de distribuição. Ainda não ouvi falar de uma banda que ficasse sem fazer música por se descarregar o seu album da net. Aliás, os Radiohead e os Nine Inch Nails mostraram que se se der a opção às pessoas por escolherem pagar ou não, se fazem lucros na mesma. E para a banda, não para um CEO sentado atrás duma secretária a fumar charutos cubanos e a beber Johnnie Walker 1805. Para não falar de liberdade criativa.

Curioso referir que os valores cristãos nos quais se baseia grande parte da nossa cultura ocidental favorecem e encorajam a partilha...

90% das coisas que eu ouço são de alguma maneira obtidas sem gastar €. Chamemos-lhe "oferta". E vou ver as bandas na mesma. Estranhamente são as bandas que lucram.
Estou-me bem a cagar para editoras. Podem continuar a financiar o Live Aid, que estou-me nas tintas para essa hipocrisia.

E agora acabo de ler isto:

Empresa vai pagar 5,5 milhões de euros
The Pirate Bay muda de dono e vai ser legal
30.06.2009 - 13h09 João Pedro Pereira
O mais conhecido site de partilha de ficheiros do mundo vai ser comprado por uma empresa sueca que gere cibercafés e espaços de videojogos. A transacção deve estar concluída em Agosto e os novos donos querem tornar o site legal.

A Global Gaming Factory X vai pagar 60 milhões de coroas suecas (5,5 milhões de euros) pelo site The Pirate Bay. Metade do valor é pago em dinheiro e a outra metade em acções.

Segundo um comunicado da empresa, o site precisa de “um novo modelo, que satisfaça as necessidades de todas as partes: fornecedores de conteúdos, fornecedores de Internet de banda larga, utilizadores e a justiça”.

O documento deixa claro que o caminho do Pirate Bay, que tem fomentado a partilha ilegal de ficheiros e está há muito na mira das indústrias de conteúdo, é a legalização: “Os criadores e fornecedores de conteúdos precisam de controlar os seus conteúdos e de ser pagos por isso”.

The Pirate Bay funciona desde finais de 2003 e serve como um motor de busca para os utilizadores encontrarem todo o tipo de ficheiros que estejam nos computadores de outros utilizadores. Em teoria, estes ficheiros podem ser de qualquer tipo, mas os utilizadores procuram sobretudo música, filmes ou software – que é assim distribuído sem autorização dos autores e sem que estes recebam uma compensação directa.

O The Pirate Bay baseia-se num sistema de partilha peer-to-peer, em que os ficheiros estão alojados apenas nos computadores dos utilizadores e não nos servidores do Pirate Bay.

Com base no argumento de que o site apenas oferece a tecnologia para encontrar ficheiros e que são os utilizadores os responsáveis pelos conteúdos que partilham, os responsáveis têm conseguido manter o Pirate Bay operacional, apesar das várias tentativas por parte de representantes das indústrias de conteúdos para que a justiça sueca fechasse o site.

Em Abril, no entanto, um tribunal declarou os quatro responsáveis pelo Pirate Bay culpados de incentivo à pirataria, condenando-os a um ano de prisão e a uma multa total de 2,7 milhões de euros. A defesa já apresentou recurso da sentença e o site tem continuado em funcionamento.

No blogue oficial do Pirate Bay, os responsáveis esclarecem que os lucros da venda vão servir para uma fundação de defesa da liberdade de expressão e de informação.

O facto de os novos donos quererem mudar, aparentemente de forma radical, o funcionamento do site já levou a que, na Web, alguns utilizadores se mostrassem preocupados.

O texto no blogue do Pirate Bay tenta responder a estas preocupações: “Se os donos fizerem asneira com o site, ninguém vai continuar a usá-lo. Essa é a maior garantia de que o site vai continuar a funcionar da forma que todos queremos que funcione”.

A Global Gaming Factory X anunciou também a compra da Peerialism, uma empresa sueca especializada em tecnologia de partilha de ficheiros através de peer-to-peer.


in Publico


Portanto, só para contrariar esta onda de repressão à partilha, aqui 2 links para um fabuloso álbum ao vivo do Frank Zappa: Boston Music Hall, gravado em 24 de Outubro de 1976:

Disco 1
1. Intro
2. Stinkfoot
3. Poodle Story
4. Dirty Love
5. Wind Up Workin' In A Gas Station
6. Tryin' To Grow A Chin
7.The Torture Never Stops
8. City Of Tiny Lights
9. You Didn't Try To Call Me
10. Mars Needs Yo Mama

Disco 2
1. Titties 'n Beer
2. Black Napkins
3. Advance Romance (including Inna-Gadda-Da-Poodle)
4. Honey Don't You Want A Man Like Me?
5. Rudy Wants To Buy Yez A Drink
6. Dinah Moe Humm
7. Purple Lagoon

Amadou & Mariam


Welcome to Mali de 2008, album curtido.

Link: aqui

terça-feira, 23 de junho de 2009

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Kazuki Tomokawa

Vi ontem o Izo de Takashi Miike (que também realizou o Ichi the Killer), um dos filmes com mais brutalidade genialmente insã que vi até agora. Trata-se da história de vingança de um samurai crucificado, que vai errando pelo passado e pelo presente, matando tudo o que lhe aparece pela frente. Morte, sexo, desmembramentos, diálogos surreais e gore absurdo. Tudo isto entrecortado com imagens da 2ª Guerra Mundial e a presença do songwriter Kazuki Tomokawa, um dos maiores poetas musicais do Japão, a quem chamam "screaming philosopher" pelas suas interpretações idiossincráticas.

Vejam o excerto, arranjem o filme. Banda sonora oficial não existe, as músicas de Kazuki Tomokawa presentes no filme foram editadas no álbum Itsuka toku mite ta de 2004, que me demorou 3 horas de pesquisa contínua no google a encontrar. Link: aqui

domingo, 21 de junho de 2009

The Beatles: Rock Band - Video de introdução

Achei que deveria acrescentar, quando vi o post do davis, que já se encontra na net o video de introdução ao jogo. Foi realizado por Pete Candeland (Gorillaz), possui um resumo incrível da história dos Beatles em poucos minutos num formato cartoonesco, com inúmeras referências ao universo destes.


sábado, 20 de junho de 2009

Para vossa delícia

http://www.ranchodomilharado.pt/

Proveniente do Concelho de Mafra.

Fantástico.

Soube isto por causa do The Beatles: Rockband

Segundo uma notícia da Rolling Stone, dia 9 de Setembro sai a discografia completa dos Beatles totalmente remasterizada (e o referido jogo para consolas).

São os 12 albuns de originais, mais o Magical Mystery Tour e o Past Masters, Vol. 1. Tudo com DVDs e uma tonelada de extras.

Eu, cá por mim, vou esperar que chegue ao demonoid a versão flac lossless por falta de fundos. Ou pode ser que encontre algures uma tonelada de cheques prenda da fnac (pouco provavel).

Aqui mais informação: link

Já agora, para quem nunca viu a actuação mítica no Ed Sullivan Show: link

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Menahan Street Band

No meu gosto e admiraçao crescente pelo Afrobeat, tenho descoberto muita musica fantástica de gente estupidamente talentosa.
O seu pioneiro, foi o já falecido Fela Kuti (activista dos direitos humanos na Nigéria, que a dada altura nos anos 1970s construiu a Republica independente de Kalakuta, queimada pelos soldados nigerianos num assalto em 1977), do qual recomendo vivamente o concerto que deu em Amsterdão em 1983 com apenas 3 músicas: 1 - M.O.P. (Movement of the People), Political Statement number 1 de 37 minutos, 2 - Gimme Shit I Give You Shit de 25 minutos e 3 - Custom Check Point de 16minutos. As conotações políticas são óbvias.
Comecei a interessar-me pelo género através dos Antibalas Afrobeat Orchestra, dos quais fiquei fascinado pelos 1ºs 2 albuns: Liberation Afrobeat Vol. 1 de 2001 e o Talkatif de 2002. Groovy!!
Entretanto ouvi a discografia de Sharon Jones & The Dub Kings, um projecto mais soul e funk.
E da colaboração destes 2 projectos surgiram os Menahan Street Band - que produziram o álbum instrumental Make the Road by Walking de 2008.
Extremamente eficaz para tirar irritanttes cantarolias de música de merda da cabeça.

Lykke Li

Descobri isto na Blitz de Janeiro ou Fevereiro, e como vem ao Alive 09 vasculhei a net à procura de coisas para ver/ouvir.

É uma bela moça sueca dos seus 23 anos e faz música bastante agradável. Aqui uma verão unplugged da I'm good, I'm gone do Youth Novels em colaboração com 2 membros dos Shout Out Louds:

domingo, 5 de abril de 2009

Arcade Fire's "Miroir Noir" na Pitchfork.tv

É possível ver, desde 6ª-feira passada, o documentário dos Arcade Fire na Pitchfork TV, sem complicações e à borla, como a malta gosta.
Dirigido pelos Arcade Fire e Vincent Morisset, e filmado por Vincent Moon (que já tinha trabalhado anteriormente com os AF e R.E.M.), este documentário inclui filmagens da banda, ao vivo, da tourné Neon Bible, assim como algumas sessões de gravação e muita fritura à mistura.
O filme tem 70 minutos e está disponível, NESTE MEIO(click), durante apenas uma semana.
Recomendo! Oh se recomendo...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Thinking of a Dream I had

Agradeço ao Bst por me ter sugerido ouvir isto:

quinta-feira, 19 de março de 2009

Mão Morta

Gente que gosta de música!! 18€ para ver os Mão Morta no São Jorge, parece apetecível não parece?

Data e Local: 1 de Abril (calha a uma 4ªfeira) às 21h30.

Bora!!

segunda-feira, 16 de março de 2009

eco-idea

"save natural resources. reduce pollution. when we love, we care! paper has enjoyed a previous life. chlorine free / no fragrances"

Por tudo isto sou melhor do que vocês todos que não utilizam papel higiénico reciclado. O meu papel já não é o 1º cú que limpa.

Toma toma.

E já agora, fritura à parte, o Bst aconselhou-me a compilação Dark Was The Night, ouvi, gostei muito. Aqui (no aqui) o link para o site onde encontrei para "dar uma vista de olhos pré-compra".

quarta-feira, 11 de março de 2009

I'll tell you anything baby, 'cept the truth.

Para quem curte Queens Of The Stone Age, Kyuss e as Desert Sessions do Josh Homme, o projecto Eagles of Death Metal é bastante interessante.

Começo pelos pontos negativos da banda:
É formada pelo Josh Homme e Jesse Hughes, que é membro registado da National Rifle Association e é republicano. E olho para estas 2 características e começo a considerar porque é que eu curto ouvir esta merda.

- Porque tem piada.
- Porque a inspiração do Jesse Hughes é o Little Richard.
- Porque é suposto soar a "The Eagles" (os do Hotel California) com Death Metal (curiosamente o nome soa a qualquer coisa do género).
- Porque é castiço.
- Porque é o tipo de coisa que um gajo curte ouvir enquanto fode uma tipa à canzana.

Quando soa mal, parece Kings Of Leon. Quando soa bem, é fantástico. Puro Rock'n'Roll como este deve ser.

Têm 3 álbuns, Peace, Love, Death Metal de 2004, Death by Sexy de 2006 e Heart On de 2008.

sábado, 7 de março de 2009

Watchmen, Lost Girls

Fui ver o Watchmen no dia de estreia, e fiquei inteiramente satisfeito. Um dos aspectos mais marcantes é a banda sonora, e a forma como esta acompanha e ajuda a integração sócio cultural numa América em que o escândalo de Watergate nunca teve lugar, e o Nixon exerce o seu 3º Mandato. Desde a The Times They Are A-Changin’, que é a música do início e narra parte da história que antecede o argumento do filme, à All Along The Watchtower e à Cavalgada das Valquírias, interpretada pela Orquestra Sinfónica de Budapeste, o filme está recheado de preciosidades auditivas. A única coisa que me causou algum desagrado foi uma versão da Desolation Row do Bob Dylan, destruída pela bandazeca My Chemical Romance. Mas toca apenas nos créditos, portanto senti-me feliz de poder de imediato abandonar a sala para ficar com uma impressão tanto quanto possível imaculada do espectáculo.

Aqui a lista completa da álbum:

1. "Desolation Row" (My Chemical Romance)
2. "Unforgettable" (Nat King Cole)
3. "The Times They Are A-Changin'" (Bob Dylan)
4. "The Sound of Silence" (Simon & Garfunkel)
5. "Me & Bobby McGee" (Janis Joplin)
6. "I'm Your Boogie Man" (KC & The Sunshine Band)
7. "You're My Thrill" (Billie Holiday)
8. "Pruit Igoe & Prophecies" (Philip Glass)
9. " Hallelujah" (Leonard Cohen)
10."All Along the Watchtower" (Jimi Hendrix)
11."Ride of the Valkyries" (Budapest Symphony Orchestra)
12."Pirate Jenny" (Nina Simone)

Saquem, comprem, ouçam, vejam o filme. E já agora, depois de terem visto o filme, e para quem gostou do V for Vendetta, recomendo também do Alan Moore, autor das BDs, a obra Last Girls, "an erotic graphic novel depicting the sexual adventures of three important female fictional characters of the late 19th and early 20th century: Alice from Alice's Adventures in Wonderland, Dorothy Gale from The Wizard of Oz, and Wendy Darling from Peter Pan. They meet as adults in 1913, and describe and share some of their erotic adventures with each other."
Li já o 1º capitúlo de 3, e asseguro-vos que é delicioso. Procurem no ciberespaço, facilmente encontram.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Tindersticks

Fui ontem ao concerto da banda de Stuart Ashton Staples no Coliseu. Que concertão!!! 2009 ainda agora começou e posso gartantir com viva certeza que dificilmente este concerto será superado na minha escala de apreciação durante este ano. Os lugares eram todos sentados, e a banda levou 3 ovaçoes de pé, merecia umas quantas mais, tal foi o êxtase causado no público. Devo afirmar que nunca tinha visto uma banda com tanta classe. O diálogo com o público foi gentil, pausado e algo emocionado. O Vocalista chegou a afirmar no final da She's gone (do álbum Tindersticks II de 1995) que a banda já tinha tocado esta música umas quantas vezes em Portugal, mas que esta tinha sido a sua versão preferida. Não presenciei as outras, mas acredito.
A banda pós-separação em 2003 ficou reduzida a 3 membros originais e pelo meio ficou um projecto a solo do Stuart Staples com 2 discos editados, uma tournée com passagem pela Aula Magna (que também foi extremamente bom) e a produção por Stuart Staples e Dave Boulter do álbum Songs for the Young at Heart, que podem ouvir através do link. Tem participação de tipos como Jarvis Cocker dos Pulp e de Bonnie 'Prince' Billy que faz uma versão da Puff the Magic Dragon.
Aconselho vivamente a discografia, que é uma verdadeira apoteose à tristeza. E o culminar disso é mesmo a banda ao vivo. Fiquei fã por intermédio de um amigo de residência que me emprestou o 1º album homónimo da banda de 1993. Lembro-me de um fim de semana em que me tranquei no quarto a ler o Crime e Castigo do Dostoevsky e ouvir a Marbles em repeat durante horas.

Se quiserem descarregar a discografia, sugiro este link com toda a discografia de estúdio em rs e umas quantas coisas mais. Infelizmente falta o bootleg oficial Coliseu dos Recreios de Lisboa – October 30th, 2001. Aconselho também a página oficial da banda para uma primeira impressão.

Cumps a todos e já agora, obrigado ao bst pelo convite para participar aqui!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

'Dear Hip Hop...'

Uma espécie de carta aberta ao Hip-Hop dominante nos dias de hoje.